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Muitas empresas entenderam que marketing digital se resume a utilizar esse excelente recurso do Google.

Infelizmente é uma visão equivocada, pois 10% apenas dos internautas iniciam a navegação clicando nos anúncios.

Logo, estratégia digital é muito mais ampla. Envolve uma série de outras estratégias, tais como: blogs, infográficos, e-books e informativos de valor.

Não se decepcionem caso concluam que os investimentos no Adwords deveriam ter melhores taxas de retorno.

Ninguém mais duvida que trabalhar com o Google Adwords não auxilie na geração de leads e no aumento da exposição da marca.

Agora dizer que esse é o “investimento” que deve ser feito para estratégia digital é “errado”. É “cômodo”, pois palavras-chave são montadas, campanhas de remarketing são parametrizadas e todos ficam aguardando.

É necessário muito mais, principalmente sólidas estratégias de SEO onde trabalhamos conteúdos considerando as palavras-chave de nossos negócios essa estratégia está ligada a fortalecer nosso posicionamento no Google de forma orgânica e mesmo assim não é nada fácil.


“A cada 18 meses o conteúdo digital DOBRA” nos servidores de todo o mundo". Parem um minuto para analisar essa informação e imaginem o quanto teremos que nos tornar relevantes a cada ano para que as ferramentas de SEO realmente funcionem.

Por falta de conhecimento real sobre como montar uma estratégia digital, algumas empresas continuam apostando 100% dos recursos no Google Adwords, mas continuam reclamando dos resultados (também pudera...).



Planos de carreira, cargos e salários, PPR são práticas importantes utilizadas pelas empresas para dar um norte ao quadro de colaboradores da empresa.


Ajuda a reter? Claro que sim, entre uma empresa que não possui um RH estruturado e uma que tem, com certeza as pessoas irão preferir a segunda opção.


Agora isso já é considerado básico e a muitos anos outras estratégias de remuneração tem sido "a cereja do bolo" para reter "talentos" na empresa.


Falar que pessoas são importantes para qualquer negócio é algo óbvio, apesar que em muitos segmentos, o número de pessoas que são realmente importantes para o negócio é bem reduzido (segmentos onde a automação sempre esteve presente, como a indústria por exemplo). Agora nos segmentos onde existe a demanda pelo uso intensivo de conhecimento como o de tecnologia, a história é outra.


Sempre teremos em nosso time pessoas mais e menos capazes e temos que identificar bem para que possamos aplicar técnicas de retenção de talentos (e não de pessoas), mais atraentes.


As formas tradicionais de remuneração, não privilegiam os talentos, eles remuneram as pessoas de forma muito equitativa. Os aumentos previstos na estrutura de cargos e salários normalmente não retém pessoas talentosas, é quase um default. O PPR (Plano de Participação nos Lucros) nivela a bonificação e não destaca os talentosos, estes precisam mais reconhecimento pelo simples fato de gerarem mais resultado advindo de suas ações na empresa.


Pela tentativa de agradar a todos, diariamente empresas perdem talentos e estes são de difícil reposição. Já é péssimo o entra e sai de colaboradores, agora perder profissionais talentosos pode significar aumentar o risco de nossa empresa. Temos que retê-los e não fazemos isso aplicando apenas as estratégias tradicionais, precisamos de algo mais.


Existem outros fatores que também precisam ser considerados nas empresas de tecnologia, tais como a atualização tecnológica no que diz respeito aos programadores e ambiente de trabalho.


Reflitam sobre isso



Empresas de tecnologia sempre terão que argumentar tecnicamente para vender suas ofertas. Afinal, é o conhecimento tecnológico que nos diferencia.


Quando vendemos é óbvio que temos que ressaltar as características técnicas de nossas ofertas e temos que fazê-lo muito bem. O que acontece é que muitos vendedores costumam esquecer o "lado humano" da venda focando em demasia nos quesitos técnicos.


O lado humano é: "nos importarmos verdadeiramente" com as pessoas" para que as mesmas "sintam nossas argumentações", não apenas "escutem".


Por mais técnico que seja o processo comercial, ele não dispensa nenhuma estratégia de persuasão emocional.


Enquanto vendedores, precisamos ser emocionais, temos que ser empáticos para entender as necessidades pessoais que estão por trás das necessidades técnicas.


As necessidades emocionais são as que realmente movem as pessoas para um processo de compra. A pessoa pode querer: uma promoção, livrar-se de um problema, fazer uma "média" com a empresa, estabilizar determinado processo, livrar-se de uma situação interna...


Precisamos fazer um real mapeamento do perfil do potencial cliente (pessoa) que queremos conquistar.


Muitos vendedores de tecnologia não fazem isso, pois estão habituados a passar informações técnicas da maneira mais neutra possível, pois têm certeza que é assim que deve ser feito ESSE É UM DOS ERROS MAIS GRAVES QUE COMETEM.


Logo, é necessário nos aperfeiçoarmos no uso das emoções aplicadas no processo comercial para melhorar nossas vendas. Quem não conseguir dominar o uso da emoção é melhor trocar de profissão, pois sempre será um vendedor medíocre.


Reflitam sobre isso.

 

47-999740086

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